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Perguntas e Respostas

Não. Algumas doenças que podem acometer o couro cabeludo podem não deixar os fios implantados nascerem. Por isso é de extrema importância avaliar se o paciente é ou não um bom candidato a ser submetido ao transplante capilar.

Depende da técnica utilizada. A técnica da tira deixa uma cicatriz linear de orelha a orelha. Já na técnica FUE não deixa cicatrizes visíveis, uma vez que conseguimos com aparelhos de 0,8 – 1mm extrair as unidades foliculares.

Primeiramente depende da técnica usada, da qualidade dos materiais usados, da formação do médico e das enfermeiras e técnicas que compõe a equipe cirúrgica, da extensão da área a ser tratada. Em média numa cirurgia a equipe é composta por 5 a 6 enfermeiras ou técnicas, o médico cirurgião e o anestesista. A maioria do material cirúrgico é importado. Cirurgias pequenas com extração limite de 1.500 unidades foliculares é menos dispendiosa do que uma cirurgia total com mais de 3.500 unidades foliculares.

Sim. Já operamos pacientes submetidos a 2 cirurgias prévias da tira, ou a 1 da tira e 1 da FUE combinadas e até pacientes submetidos a 2 cirurgias de FUE passadas.

Sim. Inclusive eu já realizei o transplante para rebaixamento da linha anterior e para corrigir as entradas. Também já realizamos transplante capilar para aumentar a densidade em várias mulheres.

É um procedimento bem tranquilo e o pós-operatório também muito tranquilo. Realizamos sob sedação leve para maior conforto e segurança do paciente, então no ato cirúrgico normalmente não sente dor e no pós-operatório pode sentir leve ardência na região de extração, porém muito tolerável e apenas na primeira noite.

A recuperação é rápida e indolor. Pode acontecer edema (inchaço) na testa e olhos que são minimizados com uso de medicação adequada e compressas frias. É uma cirurgia que não tem necessidade de reclusão em casa. A maioria dos pacientes regressam às atividades laborativas 3 a 5 dias após a cirurgia. Atividades físicas são recomendadas após 10 dias. E uso de bonés após 7 dias.

A cirurgia é muito tranquila, a sua complexidade se deve ao tempo cirúrgico que varia entre 8 a 12 horas dependendo do caso e da extensão a ser tratada.

A técnica FUE ao meu ver é a mais moderna e mais minuciosa técnica cirúrgica para transplantes capilares. A extração é realizada fio o fio, seja ela manual ou robótica (Artas). Quando optamos juntamente com o paciente pela técnica FUE é possível abranger quase toda área doadora, nos garantindo resultados de extração em uma única cirurgia com mais de 3.500 unidades foliculares ou 10.000 fios, sem cicatrizes visíveis e sem dor no pós-operatório. Já com a técnica da tira, ficamos limitadas a quantidade de unidades foliculares que estão presentes naquela faixa da tira, além da cicatriz inestética e possível dor pós-operatória.

Sim. O transplante capilar quando bem indicado e bem feito é definitivo. A origem embrionária dos folículos da área doadora é diferente da dos folículos das demais regiões do couro cabeludo. Sendo assim, eles não sofrem a ação hormonal que fazem a miniaturização dos fios. E ao serem transportados para a área receptora, eles levam essa herança genética com eles.

Depende do que você quiser. O transplante é definitivo, mas temos que levar em consideração que os demais fios remanescentes das regiões receptoras vão continuar a sofrer o processo de miniaturização. Para manter esses fios mais grossos e mais numerosos você precisará sim manter o tratamento. Resumindo: os fios transplantados não precisam do tratamento, apenas os que já existiam antes na área e que sofrem o processo de afinamento.

Da mesma maneira que o transplante capilar. É necessária a extração das unidades foliculares das áreas doadoras e transplantá-los à região falhada da barba. Importante lembrar aqui que os fios transplantados levam consigo as suas características das áreas doadas. Então, são fios mais grossos e que têm a fase de crescimento maior.

Muito natural quando bem feito. Também é feito da mesma maneira que o transplante capilar ou de barba, porem utilizamos as unidades foliculares com 1 a 2 fios. Importante lembrar aqui que os fios transplantados levam consigo as suas características das áreas doadas. Então, são fios que têm a fase de crescimento maior, necessitando cortar os fios a cada 3-4 semanas.

Sim. Durante o a cirurgia de transplante podemos fazer a tricomicropigmentação na cicatriz prévia da tira para camufla-la ou podemos também implantar alguns folículos na própria cicatriz.

Depende do diagnóstico da queda de cabelo. Casos pequenos e recentes de alopecia androgenética (calvície) pode ser tratado clinicamente e ambulatorialmente com excelentes resultados. Graus avançados de calvície, rebaixamento da altura da testa e das entradas a opção eficaz é a cirurgia. Casos de queda aguda de cabelo com áreas de pelada no couro cabeludo deve ser feito o tratamento clínico e ambulatorial apenas. Então depende muito do tipo de alopecia que o paciente apresenta.

O cabelo tem um ciclo de crescimento estabelecido. Normalmente inicia seu desenvolvimento durante as três primeiras semanas quando tendem a cair e retornam a crescer permanentemente a partir do 3° a 4° mês. Porém, o resultado final é visto com um ano.

Não. É possível realizar várias sessões de transplante capilar com a técnica FUE sem comprometer a região doadora. Isto porque normalmente a área doadora possui uma altíssima densidade e conseguimos preservar a maioria dos folículos do couro cabeludo ao retirar os enxertos de maneira bem distribuída e uniforme, não deixando falhas.

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